MEC vai distribuir KIT Gay nas Escolas Públicas

O Governo de Dilma Roussef, através do Ministério da Educação e Cultura, vai distribuir, em 2011, nas escolas públicas, um Kit cujo propósito seria combater a homofobia. Dentre os componentes do Kit encontra-se dois filmetes que ensinam as crianças a desenvolverem suas homossexualidades. Veja o link:

http://bit.ly/i2rxZY

Espero que aqueles que apoiaram a eleição de nossa atual presidenta estejam satisfeitos com o fato de que o governo esteja utilizando o dinheiro dos nossos impostos, para ensinar nossos filhos e filhas a serem gays e lésbicas.

Maranata!!!

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1 Response to “MEC vai distribuir KIT Gay nas Escolas Públicas”


  1. 1 lambert 22/01/2011 às 22:21

    Publicado no jornal “O Popular”, GYN 22/01/2010

    O Direito à Diferença

    A vida foi programada para manter-se em vida. Desígnio de Deus na crença religiosa. Projeto biológico no pensamento científico. Há nos genes de toda criatura o comando irresistível de continuar em vida reproduzindo a vida. Com mecanismos de rejeição a sinalizar a morte que ronda. E outros de atração a indicar as condutas da sobrevivência.

    Dor ou mau cheiro indicam perigo. Quando sabor ou prazer sugerem o contrário. Percepção de belo, portanto, não se dá por acaso. E impressão de feio tampouco. Senso estético tem a ver com DNA e reflete uma química profunda que diz o que fazer ou não fazer para ficar longe de encrenca.

    Acontece de instinto no gato, mas segue os meandros da cultura no humano. O que é reflexo no primeiro é antes refletido no segundo. Porque há, desde Adão, avaliação filosófica do correto e errado, com opções morais e sistemas normativos em apoio. Mas por mais mediados, os comportamentos têm raiz primeira no apelo cromossômico …

    Não tem o que sobreviva fora de tal quadro. Há aberrações que vão e vêm ao sabor dos modismos, mas civilização que nega a natureza não se sustenta a termo. Assim, inventar de comer pelos ouvidos não teria futuro, pois extinguiria a raça por falta de bom senso.

    Vale para estímulo sexual do mesmo jeito. Apesar do massacre ideológico em sentido oposto, o amor hétero é norma, e o resto é desvio. Minhoca sim é hermafrodita, e ameba se multiplica nem sei como. Mas a evolução inovou com fêmeas e machos nos mamíferos. Portanto …

    Democracia, contudo, não funciona sem pluralismo. Então, convém respeitar a opção do outro. Mesmo porque impor-se à força expressa um totalitarismo que ninguém quer reintroduzir no cenário político. E eis precisamente o ponto que inspira meu artigo, pois o direito à diferença reivindicado pelo lado homo é vendido à opinião pública em termos absolutos, sem limites ou contrapeso.

    Mas aonde vai, então, aquele cuja diferença é justamente não simpatizar com a evolução em curso? Onde cabe – para falar claro – quem não gosta de gay na tolerância proposta?

    Há aqui um problema que se perde de vista. Porque o espaço que travesti, bi, trans ou marciano pretende ocupar é coletivo e necessariamente compartilhado … senão privativo e assim mesmo invadido, pois novelas e outros programas televisivos inundam os lares com figuras que qualquer pai sensato preferiria manter bem longe lá fora.

    Conciliar liberdade de expressão com princípio paterno e orientação de filhos é delicado. Até porque resta o debate teleológico sobre os valores a inculcar e o tipo humano a formatar. Mesmo assim, faz tempo que cultivo o sentimento de uma ruptura de equilíbrio … reforçado, aliás, por uma censura ferrenha contra quem se atreve a reclamar do fenômeno. Pois é chique virar o disco, enquanto é repreensível mostrar desgosto.

    A turma está onipresente na mídia, hiperativa nos meios legislativos e super-barulhenta na rua, mas não recorre à violência física para abrir caminho e teria ficado fora de mira, se não fosse por uma cena de grude que deixara um amigo meu transtornado.

    Aconteceu num shopping da cidade. E é no mínimo preocupante. Porque se rapazes reivindicam a prerrogativa de beijar-se em público, fica complicado negar o direito alheio a uma reação natural de nojo. O que deixa vislumbrar brigas feias, pois a atitude é provocativa e dá margem a troco bruto.

    Mundo em que cabem muitos mundos implica compromisso. De forma que seria mais correto guardar a efusão sentimental para um ambiente reservado. Mas a julgar pelo que acontece em Brasília, o conselho tem pouca chance de surtir efeito, pois houve avanços notórios no Executivo e no Congresso.

    Consulta “vídeo kit-gay nas escolas públicas” no Google para ver … mas toma aspirina, porque dá asco pagar imposto para alimentar o delírio.

    Você vai perceber – e custar acreditar – que a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (sic) da Câmara dos Deputados em conjunto com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (re-sic) do MEC torrou seu dinheiro numa curta-metragem de combate à homofobia com exibição marcada para a volta às aulas na rede pública.

    O filme – que também incentiva à homofilia – conta o caso de um menino que se apaixona pelo pio-pio do coleguinha no banheiro do colégio, assume a feminilidade … e o resto, você mesmo imagina. O circuito recomeça em seguida com uma garota que descobre a masculinidade em circunstâncias análogas.

    Os protagonistas – pior de tudo – são dados como exemplos! Porque o vídeo se quer é educativo. Vem do Ministério da Educação. Entende? A intenção é ensinar. Mas o quê ?!? Te pergunto. É para educar a quê ???

    Com público de 7 a 12 anos, vai bagunçar os conceitos e fazer estrago feio. Isso com a ajuda da esfera institucional encarregada de organizar cabeça de criança. Então, fica para compreender quem tomou conta!? Mas Youtube mostra um representante de rede trans a alimentar o processo decisório – conforme explica – com base em instrução de prostitutas que foram excelentes professoras! E com orientação pedagógica da zona, garanto que educandário vira cabaré na hora.

    Olha que tenho sensibilidade de esquerda e mente aberta à mudança. Porém, não criei a família no zoológico, nem quero isso para os netos. O barco está sim à deriva, e recuperar o timão tem a ver com voto certeiro. Então, vê se pensa um pouco mais antes de eleger palhaço …


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